Rotina do Hotel

8:00 as 10:00 – recepção dos cães e atividade de socialização;
10:00 as 12:00 – atividades com brinquedos ( Brinquedos de nylon, cordas, bola, pneus, caixas e gravetos);
12:00 as 14:00 – Almoço e descanso;
14:00 as 16:00 – utilização de jogos e brinquedos para estimulação cognitiva;
16:00 as 17:00 – brincadeiras de caça ao tesouro entre outras atividades de enriquecimento ambiental;
– escovação, banho a seco e dessensibilização dos cães;
18:00 as 20:00 – entrega dos cães a seus tutores.

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Já pensou em ser um fotógrafo de pets?

Photography man and his dog on a green meadow. Man taking photos of the dog. Golden Retriever

Passar o dia fotografando cães e gatos pode parecer “mamão com açúcar”. Mesmo parecendo a profissão dos sonhos para muitos, quem já se arriscou a capturar imagens dos próprios pets em casa sabe que a tarefa não é fácil.

Veja como é o dia a dia e as dificuldades de quem tira lindas fotos dos nossos queridos animais

Johnny Duarte, do estúdio Fotoanimal, de São Paulo, dá um exemplo do que pode acontecer. “Certa vez, assim que terminei um ensaio com um Labrador chamado Marley, ele veio fazer xixi nas minhas costas e no equipamento por pura dominação”, ilustra. Outra situação dessas aconteceu numa sessão de fotos de ordenha para uma empresa veterinária. “Fiquei com 12 traseiros de vacas apontando para mim, podendo disparar a qualquer momento”, diz. “A situação não é fácil, e olha que disparam…e respinga, sem mencionar os carrapatos subindo na gente”, completa.

Ataque em pleno ensaio fotográfico

Um dos episódios vividos pelo fotógrafo de pets Marcelo Palmeira, de Amparo, SP, há 16 anos na profissão, aconteceu em Petrópolis, RJ. “Fui contratado para um job de um canil de Tosa Inu, incrível raça guardiã de grande porte e dotada de muita coragem e determinação, mas socializável”, comenta. 
A sessão foi realizada em uma antiga baia repaginada para servir aos cães. “O espaço era grande e bonito, assim como o meu modelo, um Tosa macho com aproximadamente 90 quilos”, descreve. O cão foi posicionado como esfinge e Marcelo começou a disparar a câmera. Quando completou o primeiro rolo (sim, na época ainda se usavam filmes), estava confiante. Sentia-se “amigo da fera”, como brinca.

Fonte: Site Cães e Cia – Autor(a): Samia Malas e Marcos Pennacchi | Colaborador(es): Jornalismo Top.Co. | Cidade: Campinas | 18/04/2018 – 17:29

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